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Lösenord på din mobiltelefon: hur man skapar och använder lösenordsfri inloggning

En vuxen bekräftar en inloggning på sin mobiltelefon med hjälp av biometrisk upplåsning.
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Se você ainda depende de uma senha diferente para cada serviço, já deve ter percebido o problema: basta uma combinação vazada ou reutilizada para vários acessos ficarem expostos. As passkeys no celular oferecem outra forma de entrar em sites e aplicativos usando o desbloqueio do próprio aparelho, como impressão digital, reconhecimento facial, PIN ou padrão.

Elas não funcionam como uma senha que você precisa digitar e repetir. O celular cria uma credencial exclusiva para cada conta, e o serviço guarda apenas a parte pública necessária para confirmar o login. A proteção continua dependendo do bloqueio do aparelho e da recuperação da conta.

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O que são passkeys e por que não substituem todo cuidado

Uma passkey é uma credencial criptográfica criada para um site ou aplicativo compatível. A chave privada fica protegida no aparelho ou no gerenciador de senhas; durante o acesso, ela não é enviada como texto para o serviço. Isso reduz o valor de páginas falsas que tentam capturar senhas, mas não elimina a necessidade de verificar o endereço do site e manter o celular protegido.

O suporte oficial do Android e o manual da Apple deixam claro que o recurso depende da compatibilidade do aplicativo ou site. Se a opção não aparecer, isso pode significar apenas que o serviço ainda não oferece passkeys.

Antes de criar uma passkey, confira três pontos

  • O serviço oferece o recurso? Procure Passkey, chave de acesso ou uma opção equivalente nas configurações da conta.
  • O aparelho tem bloqueio de tela? Biometria, PIN ou padrão é o que autoriza o uso da credencial.
  • Você sabe onde ela será guardada? Android pode usar o Google Password Manager ou outro gerenciador compatível; no iPhone, as passkeys ficam no app Senhas e no iCloud Keychain quando os requisitos do sistema estão ativos.

Essa checagem evita criar uma passkey sem saber como ela será encontrada depois. Também ajuda a planejar o acesso caso você troque de aparelho ou precise entrar em um computador que não é seu.

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Como criar uma passkey no Android

  1. Entre no site ou aplicativo e faça login da forma atual.
  2. Abra as configurações da conta e procure a opção para criar uma passkey.
  3. Confira qual conta e qual serviço aparecem na confirmação.
  4. Use o desbloqueio de tela para concluir.

O Google informa que a passkey pode ser sincronizada pelo gerenciador de senhas escolhido. Em versões e fabricantes diferentes, os nomes dos menus podem mudar. Para conferir qual gerenciador está ativo, pesquise por Senhas, passkeys e contas nas configurações do Android e verifique a opção selecionada.

Como criar e usar uma passkey no iPhone

No iPhone, entre no site ou app compatível, faça o login e aceite a opção de salvar uma passkey quando ela aparecer. O iPhone pede Face ID, Touch ID ou o código do aparelho para confirmar. A Apple informa que o iCloud Keychain e a autenticação de dois fatores da conta Apple precisam estar ativados para usar o recurso como descrito no manual.

Depois, a passkey pode ser encontrada no app Senhas. É possível manter uma senha e uma passkey para o mesmo serviço durante a transição, o que facilita testar o novo método sem perder a alternativa de recuperação.

Como entrar em outro celular ou computador

Passkeys sincronizadas acompanham o gerenciador de senhas, mas o caminho exato depende do sistema e da conta. Em um computador público ou de outra pessoa, procure a opção semelhante a Usar passkey de outro dispositivo. O serviço pode mostrar um QR Code para ser lido pelo celular que guarda a credencial.

Confira sempre o domínio exibido na tela antes de aprovar. Não entregue o celular desbloqueado a outra pessoa e não escaneie um código recebido por mensagem sem saber qual site iniciou o pedido. O QR Code é um mecanismo de conexão entre os dispositivos, não um convite para compartilhar sua passkey.

O que fazer ao trocar, perder ou compartilhar um aparelho

Ao trocar de celular, confirme primeiro que as passkeys aparecem no novo gerenciador antes de apagar o aparelho antigo. Mantenha outra forma de recuperação da conta, como e-mail atualizado, códigos de recuperação ou o método adicional oferecido pelo serviço.

Se alguém teve acesso ao seu aparelho desbloqueado, revise as passkeys e sessões ativas nas configurações de cada conta. No iPhone, o manual da Apple mostra como localizar uma passkey no app Senhas, editar a entrada ou apagá-la. No Android, a conta e o gerenciador de senhas oferecem caminhos equivalentes; a tela varia por fabricante.

Passkey não é a mesma coisa que código recebido por SMS

O código enviado por SMS continua sendo usado por muitos sites como etapa adicional ou recuperação. Passkeys e autenticação em dois fatores podem coexistir. O ponto é que a passkey não depende de você copiar uma sequência recebida na mensagem e tende a resistir melhor a páginas que tentam imitar o serviço.

Isso não autoriza desativar todas as proteções da conta. Use um bloqueio de tela forte, mantenha o sistema atualizado, revise dispositivos conectados e guarde os códigos de recuperação em local seguro. Se a conta for importante, tenha uma segunda forma de acesso antes de remover a senha.

Uma verificação rápida antes de abandonar a senha

  1. Crie a passkey em um serviço que você usa com frequência.
  2. Saia da conta e faça um novo login usando o desbloqueio do aparelho.
  3. Confirme que a passkey aparece no gerenciador correto.
  4. Teste a recuperação da conta sem apagar a senha antiga.
  5. Só depois decida se quer remover métodos que não usa mais.

Informações baseadas na documentação oficial de Google e Apple consultada em 18 de setembro de 2026. Menus, nomes e compatibilidade podem variar conforme a versão do sistema, fabricante e serviço.

Mão segura um celular ao lado de um notebook e uma chave física de segurança.

Conclusão: comece por uma conta que você conhece

Passkeys fazem mais sentido quando resolvem um problema concreto: reduzir senhas repetidas, facilitar o login no celular ou diminuir a exposição a páginas falsas. Escolha um serviço compatível, confirme onde a credencial será guardada e teste a recuperação antes de remover sua senha. Assim, a troca acontece de forma gradual e você mantém uma saída caso o aparelho ou o serviço mude.

Del:
Oliver Logan

Oliver Logan